Atividade Paranormal
2 de janeiro de 2010Avaliação:
Voto do Público:
Nenhuma indicação.
Informações adicionais:
Tags: Bruxa De Blair, cordinha, Dr. Fredrichs, Katie, Micah, paranormal, pegadas
Esse post foi publicado de sábado, 2 de janeiro de 2010 às 7:20, e arquivado em Mistério, Suspense. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0. Você pode comentar ou mandar um trackback do seu site pra cá.
Pouco mais de um mês depois de minha última resenha, estou aqui de volta. A vida, o universo e tudo o mais conspiraram para que meu retorno demorasse. Mas aqui estou! E para falar de um filme que nem é bom.
Atividade Paranormal conta a história de Katie e Micah, um casal de namorados que começa a ser atormentado por um espírito na casa. Interessado no assunto, Micah, aficionado em aparelhos tecnológicos, coloca escutas pela casa e compra uma câmera para filmar as coisas que andam acontecendo e, ai, nós vemos as bizarrices começarem.
O filme usou a mesma fórmula de A Bruxa de Blair (o único filme de terror das duas últimas décadas, na minha opinião). O nome dos personagens é o nome dos atores, tudo foi filmado em pouquíssimo tempo (esse aqui foi filmado em 10 dias) e com um orçamento que não passa de duas dezenas de milhares de dólares. Além de, é claro, utilizar como filme uma suposta filmagem real de uma câmera caseira.
Admito que o fato de eu simplesmente não ter conseguido mergulhar realmente no filme graças aos outros temporários habitantes do cinema que não paravam de falar e dar risadinhas pode ter afetado o meu julgamento sobre esse filme e me façam acha-lo pior do que ele realmente é (se é que vocês concordam comigo que o filme não é realmente bom).
A questão é que não desceu. Assisti ao filme todo, mas realmente não fiquei comovido com a história. E acho que a pior coisa que eles fizeram (e provavelmente fizeram achando que seria uma boa idéia) foi a de concentrar a maior parte das cenas de susto na hora em que o casal está na cama. Porque ai, sempre que você se depara com uma filmagem da cama e do corredor, você já sabe que algo vai acontecer. Isso pode tanto servir para aumentar a tensão e a percepção dos espectadores, como tirar o prazer da surpresa e do susto real. A segunda opção é a que eu passei.
Mas só para não ficar no ruim, eu adorei uma cena especificamente. É uma cena bem próximo do final e que mostra um espírito mais à vontade, por assim dizer. Ele puxando a perna dela e a tirando da cama e carregando pelo corredor à fora é realmente muito bom. E seria melhor ainda se não desse para ver (eu só vi quando assisti pela segunda vez, detalhadamente) a corda em volta do pé dela e ela puxando uma cordinha que fecha a porta do quarto quando ela passa pelo corredor, arrastada. A cena com o talco no chão também é interessante. Mas vemos durante o filme diferentes pegadas, o que não nos deixa entender o que é o espírito. Se é humano ou não.
O prazer fica todo pela metade. Uma ou duas cenas não garantem o filme, e Atividade Paranormal não chega nem aos pés de Bruxa de Blair.






Estou para conferir este, mas se for pior que “A Bruxa de Blair” fica difícil. Assisti “A Bruxa de Blair” apenas uma vez e me decepcionei, a história é ótima, mas achei o desenrolar arrastado. Considero mais um produto de marketing do que um suspense/terror de qualidade.
Abraço
Miojo! Há quanto tempo não leio uma resenha sua… o/
Então, começar dizendo que esse filme é pior do que “A Bruxa de Blair” é realmente me obrigar a não vê-lo, porque, quando eu o vi, achei que totalmente infame. Se “Atividade Paranormal” foi mais infame, melhor não conferi-lo mesmo. Mas, sabe… a sua é a primeira opinião negativa que vi sobre o filme. É possível que a atitude das pessoas no cinema tenha realmente afetado o seu julgamento, porque isso já aconteceu comigo. Saí do cinema achando o filme ruim e depois eu o achei bom. Pretendo vê-lo ainda, filmes de terror são mais divertidos no cinema…
Miojo e Nespoli, eu deixei dois selos pra vocês lá no Literatura e Cinema. Passem lá pra pegar.
;D
O filme não é mau, mas depende da versão que viste pois existem duas versões, uma suspense e outra gore…
Eu recomendo a gore, essa até assusta e surpreendeu-me…
Abraço
http://nekascw.blogspot.com/
Coincidentemente, acabei de ver uma crítica da Isabela Boscov, da revista Veja, sobre esse filme e, apesar dela ter falado muito bem, não sei até que ponto a “tosquice” do filme – orçamento de apenas 11 mil dólares – contribui para a criação do suspense e do caráter de real das cenas.
Mas, sem dúvida, o filme é um fenômeno. Se não me engano, foi o que mais lucrou na história do cinema – o que um empurrãozinho do Spielberg não faz, né?
Achei esse filme completamebte FAIL, sem qualquer coisa que empolgue. Um dos piores do ano!
É… Bom… Eu tenho que descordar completamente! Eu achei o filme muito bem construído e de um suspense incrivel. Não estou aqui para comparar este com a bruxa de blair, que realmente, marcou uma época e mudou sem duvida alguma esse genero. A utilização do mesmo estilo de filmagem, e do mesmo markting ( o de tratar o filme como fato veridico) A meu ver, nada mais é do que a tentativa dos realizadores de vender um filme, que como já é de conhecimento de todos, teve baixissimo orçamento. funcionou… Nos dois casos!
Bom, em relação ao filme. Eu achei realmente bom. O diretor, iniciante se não me engano, soube construir muito bem o suspense do filme, que simplesmente começa com uma chave que aparece no chão, ou uma porta se movendo aparentemente sem vento algum, até o momento em que a menina é puxada pela perna… Para mim, a utilização das cenas de medo serem durante o sono deles, é realmente brilhante, e acho inlusive que está aí todo o medo do filme. Porque se paramos pra pensar, no momento em que dormimos, (obviamente, estamos de olho fechado) o que nos impossibilita de ver o que está acontecendo. Em filmes de terror, nos assustamos geralmente junto com os personagens, pois vemos eles acordando com o susto. E nesse, por diversas vezes as coisas acontecem, e eles só se dão conta no dia seguinte!!! E eu,confesso , antes de dormir, me pego abrindo os olhos, e dando uma checada em volta… Só pra garantir… rsrsrs
É um filme que não te cansa com sustos desnecessarios como em filmes de terror comuns. Ele constroi um medo, e não te assusta a todo o momento. Parando pra pensar, eu realmente acredito que o unico momento de SUSTO está no climax/final do filme. FOra isso, são acontecimentos que os proprios personagens desconhecem, até que acordam no dia seguinte e revisam as fitas da noite.
Ouvi comentarios em relacao ao inicio que é chato, e isso e aquilo, e até mesmo que as unicas cenas boas estao no final, e que por isso o filme é ruin. Mas, sem todo o filme, as cenas finais seriam completamente fiasco e trashes. O fato de um fantasma puxar o pé da menina enquanto ela dorme, em um filme que se não tivesse sido bem dirigido, seria simplesmente tosco. O climax e final do filme, é o que é, pelo modo como o diretor explora todos os acontecimentos, e constroi muito bem a narrativa filmica. Se ele não tivesse conseguido colocar o espectador exatamente no ponto para o susto, esta parte seria grotesca.
Os atores tambem estao otimos. Eu só tenho medo do DOIS. (SIm já estão produzindo). Até porque, já sabemos como terminou a bruxa de blair com essa historia de fazer um segundo.
Steven spielberg fez o diretor mudar o final do filme, para facilitar uma continuacao… Enfim… Coisas que só Hollywood pode fazer por voce!
Quanto ao fato de ver uma cordinha aqui ou ali… Sério… Quinze mil. QUinze mil dolares… O cara foi um genio em criar o que criou… Vemos coisas piores em filmes de milhoes… Por mim, com quinze mil, ta tudo bem, ver uma cordinha puxando o pé dela, quando eu ver o filme pela segunda vez, e em camera lenta, e analisando o pé dela para ver a cordinha…
Ao contrário de ti, gostei muito do filme. O principal motivo do meu apreço é a sutileza contida na película. A ausência de um monstro tridimensional ou espírito cinematograficamente físico tornam a obra muito realista, o que perturba.
Esse detalhe da cordinha, deve ter sido trash, pena que não percebi. rsrsr. Gostei do filme, os sustos foram constantes. Mas é verdade que se você não interagir com ele a realidade deve ser outra. Um abraço.
@Hugo – Não é só marketing, eu acho. É algo que os Americanos realmente gostam de ver. Essas histórias de espíritos atacando casas e tudo o mais, é fantástico pra eles. Por isso aqueles programas todos no Discovery Channel, todos esses infinitos filmes sobre o assunto.
@Luís – Luís, a segunda vez que assisti (pelo youtube!) foi só para conferir algumas mancadas, que não colaboraram em nada para eu gostar do filme. Só dei diversas risadas. Dá para ver a menina puxando uma cordinha para que a porta fechasse “sozinha”.
@Nekas – Também não sei qual assisti. Fui ao cinema ver. Mas a que vi na internet, depois, tinha um final diferente, bem menos aterrorizante do que a do cinema. Então acho que vi a “Gore”, como você chamou.
@Mateus – A tosquice ajuda, pode ter certeza. Eu, pelo menos, adoro Bruxa de Blair e sua tosquice. Mas esse não me envolveu como A Bruxa de Blair e abriu espaço para que eu percebesse as coisas mal feitas no meio dele.
@Robson Saldanha – Obrigado, Robson. Alguém tinha que concordar comigo. Não sei porque tem tanta gente adorando esse filme.
@Renan – Renan, você escreveu uma resenha nos comentários! Obrigado pela atenção dispensada ao Cara da Locadora. Mas, bem. Vamos lá. Realmente funcionou todo o marketing e construção do filme. Tanto que eu estou pensando em fazer um filme de terror de baixo orçamento e enriquecer nos próximos dois anos. – A idéia de utilizar o momento de sono deles para o terror pode até ter esse elemento que você citou, mas eu realmente considero um quebrador de sustos.. Susto é quando acontece algo que você não está esperando. Mas no filme, quando a cena simplesmente se volta para eles na cama, dormindo, você já sabe que vai acontecer alguma coisa. Por isso falei que a melhor cena é a dela sendo puxada pelo pé, porque até então, nada desse tipo tinha acontecido no filme e foi inesperado (pelo menos para mim). – E os acontecimentos que eles vão assistir só no dia seguinte, sinceramente, não me comoveram mesmo. Aquele tabuleiro de letrinhas pegando fogo e se mexendo pra lá e pra cá, não me fez nem piscar o olho. Da mesma maneira, quando o lustre aparece se mexendo no teto, só achei interessante a primeira vez. Das outras vezes, pareceu apenas “de novo?”. – Agora, não achei o início chato. Acho que construir um filme é aquilo ali mesmo. A Bruxa de Blair é do mesmo jeito. E acredito ainda que esse diretor pegou os elementos chaves do roteiro de Bruxa de Blair e colocou a história dele por cima. Porque a construção é igual, para mim. – Eu vi que eles estão produzindo o 2 (até agora marcado para 2012) e realmente dá medo. Investir milhões para fazer a continuação de um filme de poucos milhares é quase jogar no lixo (não porque não vai lucrar, mas porque não vai ficar bom). – E quanto ao baixo orçamento e à cordinha, tenho certeza que as pessoas não percebem da primeira vez porque estão preocupadas com o coração delas (o susto!) e com a personagem. Mas qualquer um que assistir pela segunda vez vai reparar perfeitamente. E você até pode ver cordinhas por ai em filmes mais caros, mas ver a atriz puxando a corda pra fechar a porta “magicamente”, não.
Só para fechar bem, esses dias fui dormir na casa da minha namorada, e ela tinha deixado parte do guarda-roupa dela aberto e tinha um papel lá dentro. O vento começou a bater e o papel se mexia contra a madeira e fazia uns barulhos horríveis numa madrugada fora do meu lugar comum. Foi assustador por alguns segundos, eu admito. =)
@Daniel Brito – Então. São os elementos vindos diretamente de Bruxa de Blair que valorizam esse filme. De resto, acho que ficou a desejar.
@Leonardo – Nossa. Quando ela está sendo carregada pelo chão, você vê, nitidamente, o braço dela puxando. É impressionante.
Esse eu acabei não assistindo, esse filmes “virais” não me interessam muito. Um ótimo 2010 pra vc …
Miojo,
Atividade Paranormal foi o filme mais chato do ano.
Dormi tranquilamente na mesma noite.
Foi o spielberg mesmo que sugeriu ao Oren Peli aquele final?
Um horror!
Abs! – Bela resenha, mas o filme é péssimo!
Essa divergência nos comentários – uns achando muito bom, outros achando muito ruim – me faz querer vê-lo ansiosamente. Uma pena que já saiu dos cinemas de onde moro, mas logo chega às locadoras. Tomara que eu consiga ver em DVD a cena em que a menina puxa com a cordinha a porta, que fecha “sozinha”.
Viram os selos que passei a vocês?
Também prefiro “A Bruxa de Blair”, mas gostei muito de “Atividade Paranormal”, que trabalha muito com sugestão e atmosfera. Tão habilidoso que os minutos finais são quase insuportáveis.
4 estrelas.
Ahn, eu to louco pra ver, sem dúvida… Uma pena que eu não o tenha visto no cinema também…
Bruxa de Blair é um excelente filme, na minha opinião, mas não acho que seja o único filme de terror dos últimos 20 anos… Não acho MESMO!!! Posso listar bons filmes e até ótimos filmes, pegando dos recentes espanhóis REC e Orfanato, sem contar com os remakes orientais como O Chamado. Também tem os filmes do Zombie, Casa dos 1000 Corpos, Halloween e o famoso que eu ainda não conferi “Rejeitados pelo Diabo” ou algo do tipo… Além do que tivemos o excelente Madrugada dos Mortos… Resumindo, tem muito filme de terror bom ou excelente por aí, é só procurar, rs…
Atividade Paranormal não é de todo ruim. O maior defeito talvez seja muita história acabando por deixar quase sem explicações no final. A idéia de deixar as cenas onde o espirito apronta para a noite não foi de todo o ruim. Porque quando a imagem fica azul seu coração acelera, você presta mais atenção no filme, sabe que algo vai acontecer e é ai que mais pessoas se assustam. O filme começa ficar interessante no fim. Não sei se é verdade mas me contaram que Atividade Paranormal de 3 finais diferentes.
ADOREI Atividade, até escrevi sobre ele tb.
Nota 09! P/ mim faltou a presença do demonologista!
@Hugo Leonardo – Obrigado, pra você também! Eu acabei indo ao cinema porque fui com a namorada e um casal amigo. Poderia muito bem esperar esse filme surgir em casa.
@Rodrigo Mendes – Então, diz a lenda que ele sugeriu um final diferente. Eu já vi duas versões. Uma supostamente sinistra, outra mais simples. A mais simples ficou sem graça. A outra ficou clichê.
@Luís – Não se preocupe, dá pra ver tranquilamente a cena =)
@Wally – Realmente não achei isso tudo. Mas já disse que tenho algumas desculpas para isso tudo. Ainda tenho a impressão que se tivesse visto o filme em uma sala de cinema com adultos, a coisa teria sido diferente.
@Nespoli – Temos que discordar aqui, o que pode até ser um tema de Podcast. Eu realmente esqueci do REC (que me deixou com medo mesmo), mas tirando ele e Bruxa de Blair, os outros são Trash (o que não é terror de verdade, porque não te aterroriza, como os do Zombie, Halloween, etc.) ou Suspense (O Orfanato e O Chamado, sinceramente, são suspenses).
Mas acho que posso tirar daqui que o que me aterroriza é a realidade. Não que REC seja real. Mas o senso de realidade que o filme leva para a tela é fantástico, assim como Bruxa de Blair. Só que Atividade Paranormal não conseguiu fazer isso direito.
@Leonardo Marques – Eu vi dois deles. Não imagino nem como poderia ter um terceiro. Não tem nada para acontecer ali. E eu comentei que minha opinião pode ter sido afetada pela sala de cinema.
@Mandy – Acho que não faltou. Diria que ficou melhor assim. Porque o retorno daquele espiritualista é muito interessante. Aquele medo todo que ele sente passa diretamente para os personagens do filme, que moram na casa e, quase instantanemente para quem está assistindo, que a partir dali percebe que a coisa é séria mesmo.
Discordo completamente do que falaram. Sei que bruxa de blair é bem visto pela critica, mas, me desculpe, nao senti um pingo de medo. E, pra mim, é isso que importa. Nunca sinto medo de filmes, e esse filme foi o que me deixou mais assustado depois de exorcista, porque só quando se trata de possessão eu fico intimidado, pois é algo em que eu acredito e a pessoa nao tem como se defender, diferentemente de ETs, bruxas, e dependnedo do caso ate mesmo espiritos. O Orçamento ser baixíssimo nao quer dizer nada, se quiser dizer algo, será algo posisitvo, pois conseguiram fazer um filme com um lucro altíssimo sem maiores gastos, o que demonstra grande esperteza e profissionalismo de quem o fez. Isso de que o filme só é bom no começo e no fim também é ridiculo. A hist´roai é boa e todas as noites dão medo. Se voce assiste pensando que aquilo é um filme, realmente nao tem graca, mas, se for assim, nenhum filme de terror tem. voce tem que imaginar que aquilo poderia estar acontecendo com voce. se eu dormisse e deixasse gravando e visse que a luz do meu quarto acendeu e apagou sozinha eu ja estaria me cagando de medo pq era obvio que tinha algo. entao esses minimos detalhes assustam, e o objetivo dele foi justamente assustar aos poucos. os atores atuaram super bem e o filme tem cenas muito fortes antes do fim, como a parte que ela é puxada pelo corredor, a do talco e etc, além da ansia de ficar esperando o qeu ira acontecer toda noite. E eu nao notei nada disso de corda, acredito, mas, mesmo assim, adimitam. com 11 mil dolares, foi um sucesso. Dá de pau em muitos filmes com orcamentos lá em cima. Acho ridiculo fazer uma critica ruim a ele pois tudo deve ser levado em consideracao.
Concordo com vc Diego,eu ainda não assisti o filme mas o fato de estar fazendo sucesso desperta bastante a minha curiosidade.Como miojo disse
q viu corda no pé da mulher quando ela está sendo puxada vou tentar ingnorar mas vai ser dificíl kkkk. Aquela histório num pode ser tão ruim,
pois nos dia de hoje cinema tem avançado mto desde do filme bruxa de blair,por isso as pessoas vão ficando mais exigentes,não q o miojo esteja errado. Bom para quem não tiver q assisti eu recomendo Avatar fui ver no cinema valeu cada centavo.
@Diego – Primeiro, obrigado pelo tempo dispensado ao escrever o comentário e pelo comentário em si. É importante entender aqui que pessoas podem ter opiniões diferentes. E é por isso que eu sempre digo para assistirem aos filmes, mesmo que eu não tenha gostado. Afinal, você pode acabar gostando, como é o caso aqui.
Cada um se assusta com alguma coisa. Como eu disse aqui nos comentários, o que me assusta é o senso de realidade em alguns filmes. Infelizmente, Atividade Paranormal não conseguiu me levar para a realidade dele e, consequentemente, eu não consegui gostar tanto dele assim. Não acho (e nunca vou achar) que orçamento faz o filme ser melhor ou não. Eu sou um grande fã de Bruxa de Blair (que teve orçamento de 20 mil dólares para filmagens, acredito) e também de grandes filmes de (não tão) baixo orçamento como Pequena Miss Sunshine e Juno. E acho que esse é o futuro, na verdade. É claro que gastar milhões e milhões em filmes dá dinheiro. Vide Avatar. Mas Atividade Paranormal bateu o recorde de lucros da história do cinema. A essência não estaria então no roteiro? na construção do filme? O que importa é fazer as pessoas gostarem. Não importa o quanto você gasta pra isso.
Eu falei da corda, porque eu pude perceber. Foi assistindo pela segunda vez, mas eu percebi. É uma das coisas que me fazem perder o medo, mas eu sei que você nem pensa nisso quando está vendo e interagindo com o filme. Eu ainda digo que essa é, junto com a cena do talco, a melhor cena do filme. E bato palmas mesmo que eles tenham feito aquilo tudo com tão pouco dinheiro.
Só que eu não gostei do filme. E a vida é assim.
@itamar – Eu ainda não vi o Avatar, mas leia nossa resenha! Fora isso, acho que é o que você disse. Eu não estou errado, e ninguém está. Opiniões são mesmo diferentes. Cada um percebe uma coisa, cada um se interessa por uma coisa. E, acredito, você vai conseguir esquecer da corda durante o filme. Entre no clima!
Abraços!
O filme é melhor que Bruxa de Blair em todos os sentidos, aliás nunca deu medo, o atividade paranormal esta entre os grandes como o Massacre da Serra Elétrica de 1973, Psicose, Exorcista, “Bruxa de Blair” deveria estar na lista dos mais toscos como Pânico, Lenda Urbana e outros lixos do cinema.
@Marcos Vinicius Ayub de Moraes – Marcos, colocar em posições tão distantes filmes tão semelhantes como Bruxa de Blair e Atividade Paranormal não me parece uma boa idéia. A idéia é a mesma em todos os sentidos, em minha opinião.
Ambos iniciam com a idéia de documentar algo que não parece real. O suspense aumenta com o passar da história e a verificação de que o assunto tenha algo de verdade. Coisas estranhas começam a acontecer e os protagonistas começam a ter problemas de relacionamento, brigas internas. Várias cenas de susto com coisas que não podemos ver, apenas ouvir. Até um clímax onde o elemento assustador assume finalmente o controle da história e leva a um final bruxo e “totally creepy”. Fora isso, ambos foram feitos com baixíssimo orçamento, com pouquíssimos personagens, imitando filmagens reais, fizeram propagandas iguais (insinuando que as filmagens eram reais) e ambos tiveram um sucesso considerável (e bem semelhante) nos cinemas.
Agora como um pode parecer como Psicose e ser fantástico e maravilhoso e o outro parecer com Lenda Urbana e ser um lixo?
Bem, eu ainda temo que existem milhares de filmes de terror tão bons ou melhores do que Bruxa de Blair na década. Teimo também que O Chamado tá LONGE de ser suspense – po, se Bruxa de Blair que não aparece NADA é considerado Terror por que diabos um filme que aparece a filha do demônio saindo toda torta de um poço eu vou considerar suspense? – e pra completar ainda lembrei de um outro siniiiistro que foi o Nevoeiro, do Stephen King. Mas eu te amo, rs…
Eu gostei muito desse filme. Fui numa sessão mais tarde, pouca gente na sala. Tinha um grupo em que alguém não devia estar gostando, pois às vezes ficava um zumzumzum ou até uma risadinha inoportuna. Mas o resto da sala tava mudo.
Como eu acho que filme de suspense/terror não é feito tanto de “sustos”, mas principalmente de “medo” e “inquietação” (sou fã de Bruxa de Blair e de Mar Aberto), a cada cena noturna, no quarto, já me dava taquicardia. >>>>>>POSSÌVEIS SPOILERS>>>>>>> Eu ficava congelado em cenas como a das pegadas, a da tal corda (que ainda bem que não vi). No final eu pulei da cadeira. E quando fui pra casa, ainda procurei algo light pra assistir antes de ir pra cama, pra distrair. Como não gostar de um filme, assim?
Mas para um filme que mostra muito pouco, os trailers (que só vi depois) já mostram quase tudo o que tem pra mostrar ali, sobrando muito pouco para o momento do filme em si. Aliás, para quem eu recomendei eu já avisava: “é a história de uma casal que compra uma câmera para tal fim. Não acontece quase nada, mas é massa.” Não entrava em detalhes.
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