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Ano Um

sábado, 7 de novembro de 2009

Ano UmQuando peguei esse filme já esperava me escangalhar de tanto rir e não me decepcionei nem um pouco (adoro quando eu começo já dando meu veredicto, hahaha). Mas por que esperava isso? Simples: temática interessante + elenco com ótimos trabalhos (o filme é estrelado por Jack Black e Michael Cera) não costuma falhar. O filme conta a história de Zed (Black) e Oh (Cera), dois homens da caverna em sua tribo, Zed é um caçador (que acha ser muito melhor do que é) enquanto Oh colhe frutas. Na verdade, essas são as duas únicas profissões existentes.

A história em si começa quando Zed resolve comer um fruto chamado de fruto probido e com isso quebra a única regra de sua tribo e é expulso dela. Consegue ainda queimar a casa de Oh que resolve seguí-lo à sua viagem para o desconhecido. E o filme é só isso? Não, não. O desenrolar da história é algo impressionantemente engraçado, primeiro que descobrimos que eles eram uma tribo bem atrasada e que o resto do mundo já estava um pouco mais desenvolvido, encontram grupos sedentários (para quem lembra das aulas de história, Miojo me corrija se estou errado, um passo da evolução da humanidade foi exatamente deixar de caçar e colher para criar animais e plantar) e até cidades.

Como vocês já devem ter percebido eu sempre fico receoso de falar demais sobre o filme e acabar estragando a graça de certas cenas por isso não devo me alongar muito mais. O que vou adiantar aqui é que a história de Zed e Oh se torna muito mais grandiosa e eles realmente acabam influenciando (ou pelo menos participando) de grandes acontecimentos da história, principalmente a religiosa. Brinca muito com a Bíblia e por isso pode não agradar muito à todos, mas… é comédia, gente!!! E MUITO comédia, acho que não deixei tão claro aqui o quanto o filme é engraçado. Conseguem extrair humor da forma mais inusitada, além de conter piadas de mal gosto (não preconceituosas, apenas nojentas) que sempre fazem rir.

O destaque vai para a participação de certos atores que fazem toda a diferença. Não contarei os papéis que eles fazem por se tratar de figuras históricas muito legais e é realmente interessante vê-las aparecendo. Fazem parte desse grupo atores como o talentoso Hank Azaria (adoro esse cara), David Cross (o que ficou famoso pelo seu personagem conhecido pela boca pequena como “Meus Germes” de Todo Mundo em Pânico) e Cristopher Mintz-Plasser, o garoto de 20 anos que conquistou o mundo com seu personagem Foggel “McLovin” em Superbad.

Uma Noite no Museu 2

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Uma Noite no Museu 2Antes de lançarmos nossa primeira podcast, resolvi ver um filme bobo para relaxar, rs. O escolhido foi essa continuação de um relativo sucesso de 2006, o primeiro da franquia. Para não causar alarde ou suspense vou deixar minha opinião já aqui no início, o filme é bobo mas consegue entreter e em dados momentos até ser engraçado. Depois eu aprofundo um pouco mais na crítica, deixa eu dizer sobre o que ele trata.

Bem, depois dos eventos do primeiro filme, Larry Daley (Ben Stiller) torna-se um empresário de sucesso com invenções malucas, desnecessárias e que fazem muito sucesso nos EUA (igual essas propagandas que passam na TV, na minha época as chamadas “propagandas 011 1406″, rs). Com muito dinheiro, obviamente, deixou de ser segurança do museu. Num dia é avisado que seus antigos colegas de museu (e para quem não conhece o primeiro, estou falando das obras que ganham vida à noite) vão ser levados ao Smithsonian (se entendi direito, um complexo de museus em Washington que possui em seus subterrâneos um ENORME depósito de peças não mais em exposição). Quando vai vê-los para se despedir Jedediah (Owen Wilson), uma miniatura de cowboy, culpa Larry por não estar lá para protegê-los. Triste Larry vai para casa até que em um certo dia, inesperadamente, recebe um telefonema de (pasmem) Jedediah dizendo que Kahmunrah (Hank Azaria), um faraó do mal (que péssima descrição), havia voltado à vida e pretendia dominar um mundo com uma liga de vilões e é aí que Larry se vê obrigado à se intrometer.

Sim, fiz uma coisa que eu não costumo fazer e resumi um pouquinho as cenas iniciais, eu realmente podia ter falado “por uma série de motivos, Larry se vê de volta à ação” ou algo do tipo, rs. Mas agora já foi, deu trabalho e eu não vou mudar. O filme se passa no desenrolar dessa ‘aventura’ e por horas é bem engraçado, por horas bem bobo e por horas (poucas, confesso) um pouco chato. Nas atuções não posso deixar de mencionar o sempre excelente e versátil Hank Azaria , que além do vilão Kahmunrah, faz a estátua de Abraham Lincoln e “O Pensador”. E é CLARO que não posso esquecer de Amy Adams (que concorreu ao Oscar por Dúvida e que sabe se lá o porquê de estar nesse filme daqui) que faz o papel da primeira mulher a atravessar o Atlântico de avião, Amelia Earhart.

Até aqui vocês devem estar pensando que eu gostei muuuito desse filme, que não tem defeitos, que é um novo clássico da comédia internacional, rs. LONGE disso, né? É que não tem muita coisa ruim para dizer, só não tem muita coisa boa para torná-lo um excelente filme e por isso minha nota vai ser um cinco (que vai virar exageradas 3 pipoquinhas e por isso já to explicando aqui, rs). Ele possui vários furos de roteiro e um final completamente imbecil (vi o filme com um amigo que tinha de ficar toda hora lembrando para mim que filme era o que estávamos vendo para ver se eu parava de tentar achar lógica nele). Bem, acho que é só isso mesmo, o destaque vai para uma cena em que Darth Vader e aquele bixinho que mora no lixo do Vila Sésamo (me lembrem o nome dele? rs) tentam se recrutar para entrarem na liga de vilões, hilário.

Quero Ficar com Polly

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
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Quem contemplava a FOX na pacífica quarta-feira dia 16 assistiu ao filme em questão.
Quero Ficar com Polly é um filme sobre Ruben (Ben Stiller), um homem que é traído pela mulher ainda no primeiro dia da lua de mel. Logo após voltar, encontra sua antiga amiga Polly (Jennifer Aniston) e começa a perceber como ela é interessante, e como ele vivia da maneira errada.
O Ben Stiller é um ator e tanto. Além disso, produz e escreve alguns de seus filmes. O problema é que os papéis que ele faz costumam ser idênticos.
É como se fosse a mesma personagem uma e outra vez. De repente é o que ele quer, não sei, mas ele sempre arranca risadas. Pelo menos minhas. E além do mais, ele costuma contracenar com atores maravilhoso, como Philip Seymour Hoffman (de Capote), Debra Messing (a Grace, de Will & Grace), Alec Baldwin (de As Aventuras de Dick e Jane) e Hank Azaria (de Os Queridinhos da América).
Dividindo a tela com Stiller, Jennifer Aniston está com aqueles olhos azuis que nunca foram explorados durante seus 10 anos de Friends. Ela fica realmente bela nos filmes que faz e dessa vez não foi excessão.
A história já é batida, sobre um cara abandonado, que conhece alguém, e depois se vê obrigado a escolher o que fazer. E para piorar, a nova paixão está sempre de tempo contado, de malas prontas para viajar para bem longe. Preenchendo os espaços, vemos as piadas típicas americanas: acidentes doloridos ou embaraçosos, quem ninguém gostaria de passar, mas sempre ri quando acontece com os outros. E para completar, como quase todos os filmes de Stiller, existe um animalzinho muito engraçado.
Apesar do roteiro típico, o filme é recheado de bons atores e boas interpretações e qualquer um que goste de comédias românticas, vai adorar essa.