Posts com a Tag ‘O Tempo’
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Ofensivo. É o que esse filme é. E acreditem, não estou aqui me vestindo de moralismo e reclamando dos absurdos machistas que o filme vomita de 10 em 10 segundos em cima de você, apesar dele fazer isso. Me senti ofendido, ultrajado e enganado por esse filme por reunir atores competentes – Gerald Butler e Katherine Heigl, ele mais do que ela na minha opinião - numa obra que cheira uma comédia pastelão de baixo orçamento. Desculpa a franqueza e dureza, até por que sei que muitos gostaram do filme, mas não consegui ficar calmo depois de tamanha porcaria vista na tela da minha televisão.
Exagerei? Só o tempo dirá, por enquanto deixa eu falar um pouco sobre o filme. Claro que ele é clichê, não esperava muito mais do que isso quando o peguei. Ele fala de Abby (Katherine), uma produtora competente de um programa matinal em Sacramento cuja audiência vem despencando. Seu chefe, desesperado, resolve contratar Mike (Butler), um apresentador de um programa de tv paga, chamado A Verdade Nua e Crua, que discute relacionamentos em uma ótica machista e grosseira. A princípio Abby se revolta com essa intromissão em seu programa mas com o tempo acaba se deixando levar pela audiência estupenda que Mike leva ao programa.
E sim, ela é viciada em trabalho e não tem vida social ativa, é ruim nos relacionamentos e sim, ele vai ajudá-la a conseguir um cara para ela com dicas das mais escabrosas e diminuindo o homem a um primata (ele chega a fazer essa comparação no filme). Gente, vou fazer uma coisa que não costumo fazer e a partir de agora quem nunca viu o filme ou dá meia-volta e não lê mais ou aguente as consequências, por que vou encher isso daqui de spoiler, rs. Começando, claro que eles vão se apaixonar, ninguém tem dúvida nisso, e no final todos vão perceber que não são as dicas deles que fazem Abby uma mulher interessante e que ele não é um homem tão cafajeste assim. Mas isso não redime em nada o filme, pimeiro pelo fato “moral”, as pessoas riem é das piadas ridículas e se identificam com elas e eu digo aqui com todas as letras, homens são capazes de amar, homens são inseguros, homens gostam de mulheres inteligentes e homens não pensam só em sexo. Não vou generalizar (como o filme), afinal, existem homens diferentes do que eu disse, diferentes do que o filme disse e até diferente de todos os outros diferentes, por que todos os homens são criaturas bem diferentes uma das outras.
Não vou seguir por essa linha pois pode se tornar polêmico e eu não quero discutir a questão ética do filme. Mas e o que falar da produção dele? Por que o Butler tá tão gordo (olha eu sendo superficial, rs)? Por que existem falhar no roteiro tão absurdas? Uma criança entra sem nenhum motivo e sem ninguém segurar num set de filmagem para falar com seu tio que mora ao lado da sua casa, as pessoas falam sozinhas sem motivos, uma produtora bem sucedida e inteligente se torna uma idiota total. Por quê os diálogos são tão forçados e absurdos? Por que as atuações são tão ruins? Por que a cena final nos balões é tão mal feita? Por que a maioria das piadas não são tão engraçadas assim? Ou seja, o filme é inteiramente forçado, claro que te faz rir por vezes – a comédia tem que ser muito ruim para não ter uma ou duas piadas engraçadas – mas nada que valha à pena.
Acho que escrevi essa resenha em um desabafo e desculpe a quem ofendi. Normalmente não gosto de críticas tão ferrenhas até por que eu tenho um gosto bem duvidoso e sempre acabo me sentindo ofendido quando alguém fala tão mal de um filme que eu gostei, portanto, se você se sentiu assim me desculpa, não foi minha intenção, mas eu precisava desabafar. Obrigado, e volte sempre.
O que? Vocês estão esperando um destaque? Podem esperar sentados, rs.
Tags:Abby, Ativa, Atores, Cima, clichê, Destaque, Dicas, E Sim, Ela, Ele, Fala, Gerald Butler, Katherine Heigl, Leva, machista, Machistas, Meia Volta, Mike Butler, moral, O Tempo, ofendido, Ofensiva, Porcaria, Relacionamentos, Revolta, Spoiler, Verdade
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terça-feira, 7 de julho de 2009
Vou dizer mais uma vez que o cinema brasileiro precisa investir em filmes como esse. Despretensioso, engraçado e que cativa qualquer um que assiste. Não que filmes profundos e críticos, que avaliam a sociedade brasileira sejam ruins. Mas porque o cinema foi feito para muito mais do que isso. Foi feito para todos os tipos de roteiro. E isso não desvaloriza nossa capacidade de lançar filmes decentes no mercado.
A Mulher Invisível conta a história de Pedro (Selton Mello), um cara super romântico que vê sua mulher indo embora com um alemão rico. Na depressão, ele cria uma mulher imaginária, Amanda (Luana Piovani), que será perfeita para ele até tentar separá-lo de seu melhor amigo, Carlos (Vladimir Brichta), e de uma mulher real, Vitória (Maria Manoella), apaixonada por ele. Então, entram os dilemas. Mais ou menos isso aí =)
Bem. A Mulher Invisível me impressionou de diversas maneiras. A começar pela trilha sonora. Não é uma trilha sonora típica em filmes brasileiros, ela é bem mais americana, internacional. Não de uma maneira ruim. Algumas músicas do Ramones e outros psp/rock dão uma cara bem divertida ao filme e valorizam a imagem dele.
Apesar de ser um filme um pouco típico, fortemente dentro de alguns padrões de comédias românticas, seu roteiro também é muito bem trabalhado. São diversos elementos existentes em cada momento do filme que se encaixam com outros e vão dando abertura para o que ainda está por vir. Todas aquelas coisas, para quem viu o filme, que levam Pedro a começar a achar que Vitória também não existe são um exemplo disso. As coisas vão se encaixando de uma maneira que você percebe (a partir do momento que você entende o que o filme quer passar), mas que não deixam de te fazer rir, e bastante.
E o ponto forte do filme é esse. Você ri o tempo todo, principalmente se for um fã do humor fantástico de Selton Mello. Eu fui conhecer sua habilidade com as piadinhas no seriado Os Aspones e tenho os sete episódios até hoje, como uma prova do que nossos artistas mais do que qualificados são capazes de fazer.
Em A Mulher Invisível, por sinal, ele não é a única estrela. Luana Piovani provavelmente usa mais suas habilidades corporais do que teatrais e chama atenção com seu corpo fantástico. Quase sempre de calcinha e sutiã, as vezes de vestidos curtos, aparece também cm shortinhos e bluas bem decotadas. Tirando quando ela usa langerie de couro. Ótima atuação. Vladimir Brichta surpreende com um papel divertido, abusado e sentimental.
Na verdade, o lado sentimental do filme é bastante profundo. Não é uma coisa muito boba. Mexe com o lado apaixonado, com as dificuldades de se entregar a alguém, com verdadeiras amizades e respeito.
Para mim, é um filme com muito poucos defeitos e que acertou em cheio no padrão de filme que leva os casais para o cinema, mesmo as namoradas sabendo que a Luana Piovani será o centro das atenções dos namorados por boa parte do filme.
Além disso, um filme muito capaz de emplacar lá fora do Brasil. Não é um filme para premiações, e sim um filme para assistir, gostar e rir, como disse o diretor e roteirista Cláudio Torres, que já apostava nessas áreas atípicas do cinema brasileiro em Redentor e no seriado da HBO, Mandrake. Parabéns.
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terça-feira, 8 de abril de 2008
“É isso que você quer estar fazendo quando Jesus voltar?!” (Mãe do Joe Sujo)
De forma completamente inesperada, Joe Sujo supera tudo o que há no mercado e se mostra uma engraçadissima comédia romântica com pitadas de drama.
Joe Sujo (ou Joe Dirt, interpretado por David Spade) é o “cara da limpeza” de uma rádio de Los Angeles. Um certo dia, ao cruzar com o produtor de um dos programas de entrevista é convidado a participar para passar o tempo. O motivo do convite é que Joe é um cara muito diferente. Ele usa uma peruca da década de 70, ouve um rock ‘n’ roll dos bons, tem como carro uma lata velha bastante ultrapassada e, para acabar, se chama Joe Sujo. É ai que ele começa a contar sua história, que atrai milhares de ouvintes e o transforma em uma celebridade durante sua busca pessoal.
Ele é um garoto que se perdeu de sua família aos 8 anos de idade numa excursão ao Grand Canyon. Desde então ele vive sua vida sozinho, indo de cidade para cidade, tentando reencontrar seus pais. Nesse meio termo ele encontra Brandy (Brittany Daniel), uma linda moradora da cidade de Silvertown, um exemplo de cidadezinha de interior americana. Mas antes de conseguir viver feliz para sempre, ele se vê na obrigação de se empenhar de verdade na procura de seus pais.
E é nessa busca que Joe nos surpreende com cenas para lá de engraçadas, diálogos fantásticos com o radialista e acontecimentos que arrancam verdadeiras gargalhadas.
David Spade nunca foi um de meus atores favoritos, mas ele vai além do normal no papel de Joe e se encaixou perfeitamente. Suas expressões são hilárias e o metal fala alto sempre. Brittany Daniel é uma das atrizes mais bonitas que já vi, sinceramente. E acho isso desde que a vi em Dawson’s Creek, a muitos anos atrás.
Meu gosto por esse filme surgiu por ele não ser igual aos outros filmes de comédia romântica que nós vemos por ai. Até porque ele vai muito além. A vida de Joe Sujo é um verdadeiro drama, e te deixa muito triste em certas partes do filme, mas eles sempre sabem trazer você de volta para o bom humor que emana de Joe Sujo.
E por falar em sujo, você vê motivos de sobra no meio do filme para entender porque o sobrenome dele é esse. Uma comédia que provavelmente não deve ser assistida com seus pais, mas definitivamente com aqueles amigos que adoram filmes loucos.
Tags:Brandy, Brittany Daniel, Cenas, Convite, David Spade, Dawson S Creek, De Cidade, Gargalhadas, Grand Canyon, Joe Dirt, Muito Diferente, O Tempo, Rock N Roll, Sujo, Tentando, Termo
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sexta-feira, 21 de março de 2008

Bom, nessa sexta-feira Santa eu venho postar comentários de 2 filmes do meu estilgo favorito: baseados em fatos reais.
Esse primeiro que eu comento é protagonizado por Dwayne Johnson (aquele que não quer ser mais chamado de The Rock), e pasmem, eu gostei da atuação dele. Mesmo o cara sendo um monstro de grande e você querer lembrar o tempo todo que o cara era lutador de WWE antes de ser ator, ele se saiu bem fazer esse drama…
O filme fala a história de dois policiais que se cansaram das estatísticas: de todos os menores infratores que saiam do reformatório, 75% voltava para a cadeia ou morria.
Foi aí que o personagem de The Rock decidiu dar uma chance de ser alguém a esses meninos e começou a ensiná-los a jogar futebol. O treinamento era muito duro, e exigia muita dedicação, mas mais do que isso exigia trabalho em equipe e jovens de gangues rivais tiveram que aprender a conviver juntos.
O filme é emocionante e no final da trama mostra imagens e entrevistas reais do treinador e de alguns rapazes do 1º time. Sim, eles eram criminosos, mas vamos deixar a hipocrisia de lado, primeiro porque como qualquer outra pessoa do mundo eles merecem oportunidades, segundo porque ás vezes nem podemos imaginar o que levou esses garotos a cometerem os crimes.
Agradecimento: Naone.
Tags:Campo Bom, Crimes, Dwayne Johnson, Gangue, Imagens, Jogar Futebol, Mostra, O Tempo, Oportunidades, Postar, Que Isso, Sexta Feira Santa, Uma Chance
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segunda-feira, 17 de março de 2008
Bom, se eu falasse que é um ótimo filme, com uma ótima atuação da Jéssica Alba (pelo menos nesse filme ela estava de roupa o tempo todo) eu estaria mentindo, mas vamos pensar no gênero do filme (terror), será que o filme conseguiu ser aterrorizante?
…
O filme é baseado em uma produção oriental, então eu pensei que isso seria bom, porque os filmes de terror orientais geralmente não decepcionam, masss a versão americana consegue decepcionar…
Sim, o filme consegue dar alguns bons sustos, eu vi gente gritando e pulando na sala de cinema, mas a história não é emocionante, o elenco é fraco e o filme simplesmente não faz sentido, tudo isso seria aceitável se o filme fosse MUITO assustador, mas não é esse o caso…
Vale a pena ver na Tela Quente… nada mais…
Agradecimento: Naone.
Tags:Americana, Cinema, Elenco, Faz, Filmes De Terror, Fraco, JéSsica Alba, Nada, Nesse, O Tempo, Pelo Menos, Roupa, Sim, Sustos, Tela Quente, Tudo
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sábado, 8 de março de 2008

obs: o nome original em português é Piratas da Informática. Porém, o filme acabou muito mais conhecido, no meio da informática, pela tradução literal do nome em inglês (Pirates of Silicon Valley), que é Piratas do Vale do Silício.
O filme tem o intuito simples e claro de mostrar a história do surgimento de duas das maiores empresas de informática da atualidade: a Microsoft e a Apple. Por trás dessas duas mega-empresas estão duas figuras um tanto quanto peculiares: Bill Gates (Anthony Michael Hall) e Steve Jobs (Noah Wyle).
Piratas do Vale do Silício retrata de maneira divertida essas duas personalidades antagônicas e não deixa passar fatos que moldaram a história do mercado da informática atual, como por exemplo a cena em que Bill Gates vende para a IBM, uma gigante da época, o sistema DOS, mesmo este ainda não existindo.
Em resumo, o filme trará 95 minutos de diversão e até algumas risadas para os interessados no assunto, além de contar uma história relativamente recente, importante para pessoas do ramo da informática. No mais, é apenas mais um filme curioso, que qualquer um pode assistir e passar o tempo, caso este exista em abundância.
Agradecimento: Zon.
Tags:Anthony Michael Hall, Apple, Bill Gates, Empresas De InformáTica, Figuras, Microsoft, Noah Wyle, O Tempo, Obs, Pirates Of Silicon Valley, Ramo, Silicon Valley, Sistema Dos, Steve Jobs, Zon
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Bom, primeiro gostaria de me apresentar. Meu nome é Naone (juro!), e meu gosto por filmes começou quando meu irmão trabalhou numa locadora e eu assistia filme grátis todo dia, depois fui pegando o gosto por cinema e por aí vai…
Cloverfield (Cloverfield – Monstro na versão traduzida), não chega bem a ser uma ficção (se você tiver uma imaginação BEM fértil), mas a sinopse do filme já mostra bem o que você vai assitir “…um monstro gigantesco querendo comer geral…”, aff… tosqueira pura… MAS tem pontos positivos, afinal o filme é produzido por J. J. Abrams (Lost)…
a grande magia do filme é que ele é todo filmado por um dos personagens, como se fosse uma história real e mesmo com a câmera balançando o tempo todo e te dando uma p*** dor de cabeça, foi algo interessante (mesmo não sendo inovador)…
Não recomendo, a não ser que vocês estejam querendo ver um filme bem diferente, exótico ou caso você seja fã do Godzilla… aliás a versão “Godzilla X Monstro” ficaria bem legal! rsrs
Também acho que faltou mais corpos espalhados pelo chão, se bem que a explicação pode ser que o monstro estava com muita fome e não deixou passar nenhuma né… rsrs
Agradecimento: Naone.
Tags:Cinema, Cloverfield, Fome, Godzilla, J J Abrams, O Tempo, Pontos, Rsrs
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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Final Fantasy foi provavelmente o primeiro longa com cenários e personagens humanos completamente feitos no computador.
Após a queda de um meteoro, que veio povoado de estranhas criaturas etéreas que começam a dizimar a população. Enquanto um general, que perdeu sua família quer realizar um ataque físico ao meteoro, a doutora Aki Ross, seu mestre e amor Gray Edwards dão tudo de si para desvendar os mistérios e proteger o planeta.
Os gráficos do filme agradam muito. Ainda hoje não se vêem muitas imagens tão bonitas. Mas é difícil falar de interpretações assim! Além disso, tem uma história clássica da série Final Fantasy. Bem bolada, envolve grandes meteóros, raças estranhas e desenvolve a teoria já famosa de Gaia, o espírito da Terra. Mas o ponto principal é que o tempo é sempre limitado e o objetivo é nada menos que salvar não a humanindade, mas o planeta.
O filme agrada qualquer fã da série de video-games, os fãs de ficção científica e também aqueles apaixonados por computação gráfica.
Tags:Agrada, Aki Ross, Computador, Edwards, Final Fantasy The Spirits, Limitado, Longa, O Tempo, Video Games
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Antes de mais nada, rotular um filme de Rodriguez como simplesmente “Ação” é uma falta de respeito da minha parte, haha. Pois bem, tá aí um filme que eu demorei a assistir e confesso que nem sabia que era do Rodriguez, aí tava passando na TV, e tirando os intervalos, eu gostei, haha. Bem, sendo uma parceria Rodriguez e Johnny Depp eu realmente esperava um pouco mais. Rodriguez consegue fazer uma ambientação muito boa do México, boa música, pessoas muito características, um “Dia del muertos” fantástico que me faz lembrar um jogo que eu adorava quando mais novo, Grim Fandango.
O personagem de Depp cresce bastante no filme (assim como o de DaFoe, Barillo), e no final com certeza acabou virando meu preferido. Mas Banderas está nota 10, uma das melhores atuações que vi dele. Porém o filme é bem hollywoodiano, esperava um pouco menos disso do Rodriguez, achei estranho também a falta de nudez (característica de filmes dele, como Drink no Inferno). As cenas de ação são muito bem feitas, e mentirosas, bem no estilo que ele gosta e o conssagrou. Resumindo, não é uma obra prima, mas é bom para passar o tempo.
PS: Por que a Salma Hayek estava no filme?
Tags:Banderas, Grim Fandango, Inferno, Johnny Depp, O Tempo, Salma Hayek
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